A cidade de Mossoró recebe, no próximo sábado (30), um dos maiores eventos das artes visuais do Rio Grande do Norte: o VIII Salão Dorian Gray de Arte Potiguar. A abertura acontece às 9h, na Pinacoteca e Memorial Esam/Ufersa, espaço que se firma como referência cultural na região.
Após o sucesso de público e de crítica em Natal, a mostra chega a Mossoró reunindo obras de mais de 100 artistas potiguares, em uma celebração da identidade, da memória e da diversidade da produção artística do Estado. O Salão ficará em cartaz até o dia 30 de setembro. O artista Jair Peny destaca a importância do salão para o cenário artístico-cultural do estado. “Falar da importância do Salão Dorian Gray como patrimônio das artes e da cultura no Rio Grande do Norte. Parabéns aos promotores, o tema é fantástico. Adorei participar, fiquei muito satisfeito com o primeiro lugar”, menciona o artista premiado.
Durante a vernissage, será lançado o 11º número da Revista Paleta – Edição Especial Catálogo do Salão, publicação que registra e documenta este importante momento das artes visuais do Rio Grande do Norte.
Este ano, o evento presta homenagem a dois ícones da cultura potiguar: o folclorista Luís da Câmara Cascudo, maior referência cultural do Estado, e a Academia Norte-rio-grandense de Letras, instituição centenária que segue desempenhando papel fundamental na preservação e valorização da literatura e da intelectualidade local.
Com curadoria do escritor Manoel Onofre, o VIII Salão Dorian Gray de Arte Potiguar promete ser um marco na cena cultural, consolidando a Pinacoteca e Memorial Esam/Ufersa como espaço de difusão das artes e fortalecendo o diálogo entre passado e presente na construção da identidade potiguar.
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“Toda criança é um artista”. A célebre frase atribuída ao artista modernista Pablo Picasso, pintor, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo espanhol, encontra respaldo no fato de a criança em sua essência não ter medo de errar e nem de ser julgada; logo, é livre para exteriorizar aquilo que a imaginação cria ou é estimulada a criar. Sem receios.
Incentivá-la a esse processo criativo por meio do contato com a arte de outros artistas é etapa crucial para a acurácia. Mais do que isso até; é fazê-la conhecedora das belas artes. De longe e de perto. Não por acaso, é na fruição desse primeiro contato que se revelam alguns artistas consagrados mais adiante, em vida ou não, a exemplo do pintor holandês autodidata Vicent Van Gogh que só ganhou fama e reconhecimento após a morte.
Contudo, o acesso à arte ainda é restrito, seja por demandar recursos financeiros ou por falta de cultura. Triste realidade. A sorte nossa é que quem aprecia arte valoriza, estimula, incentiva e não mede esforços para fazê-la chegar ao maior número possível de pessoas. E foi com esse intuito que a professora aposentada, Imortal da Academia Norte-rio-grande de Letras e gestora de cultura Isaura Amélia Rosado Maia idealizou, dentro do Projeto “Arte que Inclui”, o I Salão de Artes Visuais Infantojuvenil Auxiliadora Azevedo, e o viabilizou por meio de emenda parlamentar do então deputado federal Beto Rosado, político sensível aos mais diversos pleitos sociais.
Aberto nesta sexta-feira, 6, o Salão, especialmente montado para exibição das artes plásticas infantojuvenis, segue até o dia 18 deste mês, sempre das 8h às 11h e das 14h às 17h, na Pinacoteca e Memorial da Ufersa, Campus Oeste da Universidade Federal Rural do Semi-Árido. A iniciativa é pioneira na cidade e visa incentivar o interesse pelas artes plásticas, com a organização e realização da Sociedade Amigos da Pinacoteca em parceria com o Memorial da Ufersa e Colégio Mater Christi.
A exposição é resultado de trabalhos desenvolvidos durante três meses com cerca de 500 alunos da Educação Infantil, e Ensino Fundamental I e II do Colégio Mater Christi, de Mossoró, orientados por artistas da terra. “Este salão é uma oportunidade única para apreciar as obras dos jovens artistas locais, que estarão expostas em um ambiente inspirador”, detalha a professora Isaura Amélia, colaboradora da Sociedade Amigos da Pinacoteca e idealizadora do projeto.
Para os que fazem o Colégio Mater Christi, instituição especializada na arte de educar, o I Salão de Artes Visuais Infantojuvenil Auxiliadora Azevedo, para além de uma homenagem à sua fundadora, Maria Auxiliadora Tenório Pinto de Azevedo, “é um convite à sensibilidade, à imaginação e ao talento dos nossos pequenos grandes artistas!”, estes, alunos do conceituado colégio.
“É gratificante ver como o Salão tem sido um espaço de expressão artística e de valorização dos talentos que florescem no nosso Colégio. Estamos despertando olhares, cores e emoções!”, revela Dona Auxiliadora Azevedo, Diretora Geral do Mater Christi.
As obras – algumas releituras de artistas potiguares como Marieta Lima, Rogério Dias, Careca, Dorian Gray, Boulier – foram desenvolvidas com temáticas da xilogravura, guache e aquarela, fotografia e audiovisual, e outras obras se utilizando de outras técnicas, como o grafite, papel machê e a argila, por exemplo, por meio de oficinas ministradas por artistas locais experientes e consagrados em cada técnica trabalhada.
ARTE SE ENSINA FAZENDO ARTE
A jornada de preparação para I Salão de Artes Visuais Infantojuvenil Auxiliadora Azevedo teve início dia 22 de fevereiro deste ano com a realização da primeira de muitas oficinas ministradas nas dependências do Colégio Mater Christi no decorrer desses mais de três meses até a data de abertura da exposição, ocorrida nesta sexta-feira, 6.
No primeiro encontro foi realizada a oficina de papel machê ministrada aos docentes da Educação Infantil I e II, pela artista Kátia Fleischmann. A renomada artista também ministrou oficina com cerâmica. Foram realizadas ainda oficinas com aquarela e tinta guache sob a orientação da artista plástica Kelly Lira; de grafite com o artista plástico Marcelo Amarelo; serigrafia e xilogravura com o artista Marcelo Morais; fotográfica com pacífico Medeiros; edição e vídeo com Felipe Moju.
Para a homenageada e fundadora do Colégio Mater Christi, Dona Auxiliadora Azevedo, esse projeto possibilitou mais do que aprendizado; uma verdadeira imersão ao mundo das artes plásticas. A cada oficina, os alunos e professores vivenciaram novas possibilidades criativas, exploraram novas técnicas e expressões artísticas, aprimoraram habilidades e descobriram o poder transformador da arte, que amplia conexões e fortalece vínculos, alinhando-se à proposta pedagógica da instituição de ensino.
O Salão é também uma oportunidade para que outros alunos da rede pública e privada, bem como a sociedade em geral, possam apreciar a arte desses alunos do Mater Christi que se empenharam para entregar o excelente resultado, reflexo do talento individual e da monitoria de grandes artistas.
A HOMENAGEADA
Maria Auxiliadora Tenório Pinto de Azevedo nasceu em 10 de abril de 1948, filha de Aurino Tenório da Fonseca e Maria de Lourdes Tenório Pinto. Casou-se com o Sr. Emerson Azevedo, com quem constituiu família e tiveram o filho Ciro Tenório de Azevedo.
Estudou no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, Bom Conselho, em Pernambuco. Formou-se nos Cursos Pedagógico da Universidade Federal de Pernambuco – UFP; de Secretariado Executivo pela Faculdade Recifense de Comunicação e Marketing – Faculdade SORECH; Comunicação e Marketing pela Fundação Getúlio Vargas – FGV São Paulo. Especializou-se em Recursos Humanos para Executivos.
Mulher de fino trato, Dona Auxiliadora Azevedo fez diversas viagens de estudo em universidades de Buenos Aires, Lisboa, Barcelona, Santiago e outras, o que a tornou exímia conhecedora e apreciadora das belas artes.
Com formação na área pedagógica, vasta bagagem cultural e profissional, além de mãe exemplar e visionária, decidiu fundar em 25 de setembro de 1989 o Colégio Mater Crhisti para que o filho pudesse ter uma educação de qualidade. Anos depois, fundou a Faculdade Mater Christi para que o filho desse início à vida acadêmica e tivesse uma formação de excelência.
É membro da Academia Mossoroense de Ciências Jurídicas de Mossoró – ACJUS; e da Academia de Artes e Letras de Martins.
Notadamente, Dona Auxiliadora é merecedora da homenagem recebida por ocasião do I Salão de Artes Visuais Infantojuvenil que leva o nome dela. Justa homenagem!
O Primeiro Salão de Artes Visuais Infantojuvenil Auxiliadora Azevedo será inaugurado nesta sexta-feira, 6 de junho de 2025, às 18h, na Pinacoteca e Memorial da Ufersa, Campus Oeste, em Mossoró. A iniciativa pioneira na cidade tem como objetivo fomentar o interesse das crianças e adolescentes pelas artes plásticas, reunindo cerca de 500 obras criadas por estudantes da região.
Organizado pela Sociedade Amigos da Pinacoteca, em parceria com o Memorial da Ufersa Mossoró e o Colégio Mater Christi, o salão apresenta trabalhos realizados ao longo de três meses sob a orientação de artistas locais. As obras abrangem diversas técnicas artísticas, incluindo xilogravura, guache, aquarela, fotografia e audiovisual, o que demonstra a diversidade e a criatividade dos jovens participantes.
Dentre as peças expostas, destacam-se releituras de artistas potiguares renomados, como Marieta Lima, Rogério Dias, Careca, Dorian Gray e Boulier. Isaura Amelia, colaboradora da Sociedade Amigos da Pinacoteca, ressalta que o evento é uma oportunidade única para o público apreciar o talento dos jovens artistas em um ambiente inspirador.
A exposição é aberta ao público e estará disponível para visitação até o dia 18 de junho, com funcionamento das 8h às 11h e das 14h às 17h, no Campus Oeste da Ufersa. O evento promete movimentar a cena cultural local e contribuir para o desenvolvimento artístico das novas gerações.
Com essa iniciativa, Mossoró reforça seu compromisso com a cultura e o incentivo às artes visuais, proporcionando aos estudantes um espaço de expressão e valorização de seu potencial criativo, além de promover a integração entre escolas, artistas e a comunidade.
O VIII Salão Dorian Gray de Arte Potiguar ocupa os salões do Palácio Potengi, sede da Pinacoteca do Estado, com o tema “Cascudo e a Academia de Letras” até o dia 31 de maio. A mostra presta homenagem ao maior nome da cultura norte-rio-grandense, Luís da Câmara Cascudo, e à Academia Norte-rio-grandense de Letras, da qual o folclorista foi membro-fundador em 1936. A exposição coletiva permanecerá em cartaz até o dia 22 de junho de 2025.
Idealizado pelos Amigos da Pinacoteca, com apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, da Fundação José Augusto e do Palácio Potengi/Pinacoteca, do Instituto Ludovicus e Academia Norte-riograndense de Letras (ANL), o Salão reúne obras de mais de 100 artistas potiguares que, por meio de múltiplas técnicas e suportes, expressam uma potente reverência à cultura local. A mostra reúne diferentes gerações e estilos em uma rica mostra de pluralidade estética.
Para o curador Manoel Onofre Neto, a edição deste ano do Salão transcende a homenagem e se transforma em uma verdadeira celebração da identidade cultural do Rio Grande do Norte. “Esta é uma declaração de amor visual à figura de Cascudo, à Academia e, sobretudo, à alma do povo potiguar, que se expressa em cores, formas e símbolos que dialogam com o passado e projetam o futuro”, afirma Onofre.
A exposição ecoa o legado de Cascudo ao valorizar a cultura popular como matriz fundadora da identidade brasileira, sem ignorar as complexidades e desigualdades que atravessam o fazer artístico. É também uma resposta à provocação feita pela imortal Isaura Amélia (acadêmica da ANL), que inspirou o tema desta edição.
O acesso ao evento de abertura e à visitação é gratuito, de terça a sexta, das 8h às 17h; e aos finais de semana e feriados, das 9h às 16h.
O Livro “Enquanto a Vida Acontece”, escrito por Maria Eloisa Brandão traz um misto de crônicas e poemas sobre o cotidiano e se debruça entre sentimentos, leveza e intensidade.
Abaixo, uma matéria com Rebeca Lima Lima, jovem que assina as ilustrações da obra, feita com muita sensibilidade, no programa Tudo de Bom, com Lídia Pace, na TV Ponta Negra (SBT).